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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Zeitgeist, The Movie (2007)
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Les Nuits De La Pleine Lune (1984)
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Os filmes de Rohmer fazem-me lembrar os jogos das grandes equipas de futebol. Ao assistirmos a esses jogos recordamos, aprendemos e não conseguimos deixar de ficar impressionados pela forma como tudo pode ser tão simples e (simultâneamente) perfeito. Como disse Johan Cruijff, "Football is simple. But the hardest thing is to play football in a simple way". E, numa equipa que pratica um futebol dessa magnitude, encontramos sempre, inevitavelmente, o dedo de um grande treinador.
P.S. É impossível não ficar com a música de Elli et Jacno na cabeça, e que escolha fabulosa a do Mondrian para a sala do apartamento de Remi por parte de Rohmer!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Castelo de Leiria
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Um dos aspectos mais interessantes do castelo de Leiria é o facto deste fazer como que a "transição" do castelo medieval (fortificação puramente militar) para o palácio como residência da família real (Palácio da Vila, em Sintra, ring any bell? :)
Na foto a arcaria gótica (restaurada) do Paço de D. João I.
Um dos aspectos mais interessantes do castelo de Leiria é o facto deste fazer como que a "transição" do castelo medieval (fortificação puramente militar) para o palácio como residência da família real (Palácio da Vila, em Sintra, ring any bell? :)Na foto a arcaria gótica (restaurada) do Paço de D. João I.
Gabriel Yared - Troy [Rejected Score] (2004)
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Ficaram famosos alguns casos em que scores foram rejeitados por realizadores ou produtores. Hitchcock descartou a banda sonora que Bernard Herrmann compôs para Torn Curtain (1966) (o que provocou inclusivé o fim da notável parceria do grande compositor com o lendário realizador). Stanley Kubrick também não gostou da BSO de Alex North para 2001: A Space Odyssey (1968) e substituiu-a por selecções de música clássica.
Temos agora um outro caso que, tudo indica, ocupará igualmente um lugar de destaque na História da música do cinema: a rejeição do score que Gabriel Yared compôs para Troy (2004), e sua substituição por outro da autoria de James Horner. Um autêntico crime! É um score épico, magnífico o de Gabriel Yared. Um dos mais grandiosos e bem elaborados dos últimos anos. Yared, um dos maiores compositores do nosso tempo e que tem o seu nome associado a scores inesquecíveis como The English Patient (1996), City Of Angels (1998) ou The Talented Mr. Ripley (1999) não merecia.
Ficaram famosos alguns casos em que scores foram rejeitados por realizadores ou produtores. Hitchcock descartou a banda sonora que Bernard Herrmann compôs para Torn Curtain (1966) (o que provocou inclusivé o fim da notável parceria do grande compositor com o lendário realizador). Stanley Kubrick também não gostou da BSO de Alex North para 2001: A Space Odyssey (1968) e substituiu-a por selecções de música clássica.Temos agora um outro caso que, tudo indica, ocupará igualmente um lugar de destaque na História da música do cinema: a rejeição do score que Gabriel Yared compôs para Troy (2004), e sua substituição por outro da autoria de James Horner. Um autêntico crime! É um score épico, magnífico o de Gabriel Yared. Um dos mais grandiosos e bem elaborados dos últimos anos. Yared, um dos maiores compositores do nosso tempo e que tem o seu nome associado a scores inesquecíveis como The English Patient (1996), City Of Angels (1998) ou The Talented Mr. Ripley (1999) não merecia.
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