sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Luís Freitas Lobo

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Aprecio os escritos do Luís Freitas Lobo, quer os do seu site pessoal (http://www.planetadofutebol.com/), quer as crónicas semanais que faz para o jornal "A Bola". Sobretudo aqueles em liga o futebol com as outras artes. Aqui ficam três excertos de que gostei particularmente:
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"O jogador de futebol, na maioria das vezes, joga por inspiração. Por mais que o treinador tente diminuir o lado imprevisível do jogo, surgem sempre situações fora desse laboratório. A questão é que raramente a inspiração surge por magia. "Não sei o que é essa coisa da inspiração, mas se ela surgir de certeza que me vai apanhar a trabalhar", dizia um mestre de outras artes, Picasso. Não pensem que, pelo menos neste contexto, vêm de um mundo assim tão distante. Porque, antes do jogo, a inspiração deve estar no treino, na conversa semanal, na busca de perguntas e respostas por antecipação. O jogador tem de saber para que serve cada coisa que faz em campo. Esta é uma boa forma de analisar o actual jogo de Benfica e Sporting. Ao fim deste tempo, durante os seus jogos, já é raro perguntar-me como estão a jogar. Antes pergunto-me como estão a querer jogar. É neste segundo ponto que estão os pilares da equipa. O primeiro depende só de descobrir qual a melhor forma para o fazer." [“Inspiração treina-se” in “A Bola” 2008/02/06]
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"Conta a actriz francesa Juliette Binoche que uma das raras vezes em que discutiu com um realizador foi quando, durante a rodagem de um filme, alguém lhe pediu, numa cena, para se deslocar um pouco para o lado de forma a poder ver-se um jarro que estava atrás. "Era só o que faltava comparares-me a um jarro. Se quiseres que ele se veja, levanta-te, pega nele e muda-o de lugar!". Não sei o que terá feito o realizador, mas com essa simples resposta, Binoche colocava, afinal, as coisas no seu devido lugar. Quem faz o filme é o actor, não a disposição dos adereços, por mais valiosos que estes sejam. Até os figurantes o entendem. No futebol há muitos realizadores, isto é, muitos treinadores, que confundem o essencial e o acessório. Move-te antes para aquele espaço, para que o trinco possa entrar melhor pelo meio. Cuidado, porque aí eles tem um lateral durinho. Joga antes por dentro. Indicações e mais indicações. O jogador, em geral, até aceita, mas, no fundo, está suceder-lhe o mesmo que à bela Juliette. Dão-lhe a mesma importância de um objecto, quando, pelo contrário, devia ser ele, protagonista essencial, a ditar onde as outras peças, entenda-se jogadores, se deviam colocar. Não é só coreografia. São questões de personalidade." [2007.07.26 «MUNDOS PARALELOS»: OUTRO LADO DO FUTEBOL]
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"Há uma cena em Casablanca, em que, no bar de Rick, um homem fica surpreendido por ver que Victor Laszlo, membro da resistência, ainda estava vivo. "Monsieur, julgava-o morto. Recebemos quatro vezes a notícia de que tinha morrido". O herói olha-o e responde: "Como pode ver, pelo meu aspecto, foi verdade das quatro vezes!". Lembrei-me desta cena, ao ver como Capello morreu e renasceu várias vezes ao longo da época em Madrid. O seu perfil esfíngico nunca se alterou. No fim, afastado em nome do bom futebol, retira-se com a superioridade sinistra do vencedor que ninguém gosta mas todos temem." [2007.07.25 Schuster, o anti-Capello]

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Robert Doisneau - Olhar De Soslaio (1953)

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Alexandre Desplat - Lust, Caution Soundtrack (2007)

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Dario Marianelli - Atonement Soundtrack (2007)

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P.S. «Who ever thought a typewriter could be THAT musical?» Se mais estrelas tivesse para dar, mais dava :)

King Of California (2007)

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A Evan Rachel Wood dá realmente uma estupenda narradora de filmes. Já o tinha provado no meu muy amado The Upside Of Anger (2005) e agora volta a repetir a dose nesta original caça ao tesouro que é King Of California (2007).

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Joe Jackson - Jumpin' Jive (1981)

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The Jane Austen Book Club (2007)

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Muito (mas mesmo muito!!) melhor do que aquilo que estava à espera! A very, very nice movie indeed. Fica desde já prometido para breve um post dedicado exclusivamente à Maggie Grace (yes, a new month, a new crush eheh) e deixo-vos uma das lines que mais gostei do filme:

«I know you like being alone,
but don't you ever get lonely?»

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Everything we need to know

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«Everything we need to know
is going on right in front of our eyes»

Morgan Freeman em Feast Of Love (2007)

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Contact (1997)

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You wanna hear something really nutty? I heard of a couple guys who wanna build something called an "airplane," you know you get people to go in, and fly around like birds, it's ridiculous, right? And what about breaking the sound barrier, or rockets to the moon, or atomic energy, or a mission to Mars? Science fiction, right? Look, all I'm asking, is for you to just have the tiniest bit of vision. You know, to just sit back for one minute and look at the big picture. To take a chance on something that just might end up being the most profoundly impactful moment for humanity, for the history... of history.

Ennio Morricone - The Ennio Morricone Anthology - A Fistful Of Film Music (1995)

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Gone Baby Gone (2007)

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A good movie but not that great overall.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Jana Kramer / Mary Elizabeth Winstead / Joy Bryant

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Porque o mundo não é só Scarlett's, Adriana's e Petra's, deixo-vos três belas jovens que captaram a minha atenção no mês de Janeiro:

Jana Kramer Presentemente a brilhar em Friday Night Lights como namorada do Smash Williams. (Aliás, o Smash tem tido muita sorte com as girlfriends porque também simpatizava muito com a Aasha Davis. Só que a Jana Kramer está numa liga completamente diferente em termos de hotness em relação à Aasha...) Numa série que já contava com, por exemplo, Minka Kelly e Adrianne Palicki, a entrada da Jana Kramer nesta 2ª temporada revela que quem cuida do casting de FNL sabe o que anda a fazer ;)



Mary Elizabeth Winstead
Em Death Proof (2007) nem dei por ela mas foi completamente impossível resistir ao charme de Susan Taylor, a cute waitress de Bobby (2006). A culpa foi certamente daquele blondish hair, uma vez que ela fica incomparavelmente mais atraente enquanto morena, a fugir para o red hair.



Joy Bryant Também marcou presença em Bobby (2006) mas foi em The Hunting Party (2007), fazendo o papel de namorada de Terrence Howard, que deve ter deixado muito boa gente completamente de olhos em bico e a pensar: "wowwwwww!". Eu, pelo menos, fiquei :)