
















It’s a magic carpet on a rail
Descoberto enquanto andava à procura de uma fotografia do quadro de Mondrian que aparece em Les Nuits De La Pleine Lune (1984). Ainda não encontrei mas também ainda não desisti...










Há, no entanto, fora destes limites, dois filmes que me apanharam de tal maneira que tenho mesmo de os referir: De Battre Mon Coeur S'est Arrêté (2005) e Vertigo (1958). Destacá-los num ano em que tive o privilégio de apreciar pela primeira vez filmes como Sunset Blvd. (1950) ou Breakfast at Tiffany's (1961) [de que ainda nem sequer falei aqui no blog], em que “descobri” Kieslowski e comecei a ir ao encontro dos filmes mais antigos de Woody Allen, em que visualizei filmes que entraram de imediato para o meu top10 como Black Cat, White Cat (1998) ou Doctor Zhivago (1965) e em que vi finalmente, com olhos de ver, o portento cinematográfico que é Casablanca (1942), penso que diz bem o quanto gostei deles.
2. Outro factor crítico para a elaboração desta lista foi o facto de se tratar do “ano zero” do weliveonlytodiscoverbeauty. O blog nasceu na primeira quinzena de Julho e, até aí, já eu tinha visto muitos e bons filmes. Películas como, por exemplo, Letters From Iwo Jima (2006), Babel (2006), The Good German (2006), Half Nelson (2006), Volver (2006), The Wind That Shakes The Barley (2006), Children Of Men (2006), The Queen (2006), Das Leben Der Anderen (2006), Zwartboek (2006) ou SherryBaby (2006) integrariam facilmente esta lista.
Posto isto, aqui ficam as minhas escolhas. São 15 filmes ao todo.














Eastern Promises (2007) Depois do mediano A History of Violence (2005), Cronenberg regressa em grande. A história é boa (podia estar mais bem trabalhada, mas enfim...) e o "meio" (o submundo da mafia russa em Londres) é super-interessante. Naomi Watts não desilude e acaba, na minha opinião, por ser Cassel o elo mais fraco do elenco (até o considero muito bom actor mas simplesmente não me convenceu neste papel).
Venus (2006) Tinha ficado para trás mas em boa hora o recuperei para me fazer companhia neste final de ano. Tal como em Eastern Promises (2007), temos uma personagem acima de todas as outras: Maurice, brilhantemente interpretado por Peter O'Toole. Mas o filme é, diga-se, bem mais que a towering performance de O'Toole (que, muito justamente, lhe valeu a nomeação para o Oscar).